Cancún – México – Depois do furacão Wilma, Cancún dá a volta por cima e fica mais sofisticada Quarta-feira, Dez 3 2008 

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Se você concorda com a idéia de que o melhor do México são as praias e as ruínas, corra para Cancún. O melhor litoral do país está mesmo lá a água é de um azul padrão Caribe, e a areia, feita de fósseis de um plâncton microscópico, não queima o pé nem debaixo do sol do meio-dia. Algumas das mais belas ruínas ficam ali por perto, pois Cancún é parte da península do Yucatán, a terra dos maias, os mais talentosos arquitetos da América pré-colombiana.
Os detratores reclamam que Cancún não passa de uma mini-Miami, entupida de mega-resorts e shopping centers e planejada para funcionar como uma espécie de ratoeira para turistas. Erguida em meados da década de 70, por decisão do governo e no meio de um pântano onde não havia nada, ela foi bem planejada e se tornou um lugar infernalmente divertido. De noite, a farra movida à tequila faz com que todo mundo fique ferozmente decidido a se divertir, o que torna Cancún um desses lugares onde é fácil arranjar um amor de praia, rapidinho e sem conseqüências.

  • DDD:: 998
  • Informações turísticas::
  • Consulado do Brasil em Cancún:: Avenida Garcia de La Torre , 37-A
  • Hora local:: – 3h
  • Melhor época:: o clima costuma ser agradável o ano todo, com temperaturas variando entre 25°C e 35°C. De março até novembro é a época mais quente, com máximas de até 36°C e mínimas de 26°C. O sol está presente quase 240 dias por ano, mas de agosto a outubro as chuvas são mais freqüentes
  • Chamadas a cobrar:: 00800 552 1000 (Embratel)
  • Transporte:: os táxis são baratos, mas não há taxímetro, e sim uma tabela nos hotéis. O serviço de ônibus é eficiente e muito econômico. Para conhecer as ruínas maias e os parques ecológicos próximos à cidade, você pode se juntar a uma excursão ou alugar um carro — bom negócio para quem está com a família ou turma grande. As estradas são boas e bem sinalizadas


A Cidade do México não é só a maior cidade do mundo – é também um perfeito manual de instruções para entender o país que você vai visitar Quarta-feira, Nov 12 2008 

A avenida Michoacán, no bairro de La Condesa, é o mais simpático corredor de restaurantes da Cidade do México. Apareça para almoçar por volta de 12h30, porém, e você vai pensar que algum desastre se abateu sobre a economia mexicana. Muitos restaurantes estarão fechados; os que estiverem abertos estarão vazios. Mas… espere um pouco. O que está escrito ali naquela plaquinha?
“Horario: 1:30 P.M. – 12 A.M.” Você não leu mal. Muitos restaurantes só abrem às 13h30! A maior cidade do mundo não abre mão de seus hábitos mais arraigados. Entre eles está o de fazer da comida (“almoço”, em “mexicano”) a mais demorada refeição do dia – um ritual que pode durar a tarde inteira. Volte às 15h à mesmíssima avenida Michoacán, e vai ser difícil achar alguma mesa vaga. Não, ninguém está gazeteando o trabalho. Depois de almoçar, os deefeños – como são conhecidos os moradores do Distrito Federal, ou D.F. – ainda voltam ao escritório para trabalhar mais algumas horas, garantindo que o engarrafamento do rush da Cidade do México se prolongue até o meio da noite. Não, a Cidade do México não é uma metrópole como as outras. Nova York é a menos americana das cidades; São Paulo não representa o Brasil tropical; Tóquio não espelha o Japão profundo. Mas a Cidade do México consegue ser, ao mesmo tempo, uma metrópole internacional e o resumo do seu país. Para quem fica por aqui, funciona como uma volta pelo México sem sair do lugar. Para quem segue viagem, é a mais didática das introduções.

Canadá Quinta-feira, Nov 6 2008 

Calgary – Todos os anos, no verão, mais de um milhão de pessoas visitam esta cidade conhecida por abrigar uma das maiores festas de rodeio do mundo, o Stampede. No frio que congela toda a região a partir de novembro, Calgary se transforma em um centro de esportes de inverno. Além de ser a porta de entrada para as belas estações de Banff, Lake Louise, Jasper e Kananaskis, a cidade abriga o Canada Olympic Park, sede dos jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Mas, no inverno ou no verão, é do estádio Saddle Dome, construído em formato de sela para abrigar o Stampede, que se pode ter as mais belas vistas da cidade.
Vancouver – A porta de entrada da Costa Oeste do país é Vancouver, uma cidade jovem, moderna e multicultural, fundada em 1792 pelo capitão holandês George Vancouver. Com cerca de 2 milhões de habitantes, ela acolhe indianos, chineses, gregos e muçulmanos. Claro, a diversidade imprime sua marca em restaurantes especializados em vários tipos de culinária. E até em passeios se reconhece essa diversidade. Existem certos lugares abençoados pela geografia. Vancouver, na Costa Oeste do Canadá, é um deles, e quem se regala com essa bênção é o turista. No verão, a uma temperatura de 20ºC a 26ºC, moradores e turistas se espicham nas praias e dividem ciclovias ao longo da English Bay, se esbarram patinando no Stanley Park, fazem canoagem em False Creek, encontram-se em mercadões de Granville Island e Lonsdale Quay, que expõem lagostas, caranguejos e comidas variadas. O dia parece não ter fim o sol dá as caras às 7h e se despede quase às 22h. A ilha de Vancouver está numa esquina. Até a bordo do metrô deles, que na verdade não tem trilhos debaixo da terra, mas sim no ar, e se chama skytrain, a visão na altura das árvores alcança os limites geográficos da cidade. Vêem-se claramente o skyline do centro de Vancouver e um dos cartões-postais da cidade, o Canada Place, um dos prédios mais chamativos dali, que parece um barco com velas atracado, entre as águas de Burrard Inlet e de Coal Harbour, e que funciona como centro de convenções e hotel.
Wistler – Apesar dos encantos de Vancouver, o verdadeiro ouro da Província de Colúmbia Britânica está a 120 km dali. É Whistler, um vilarejo no pé das montanhas Whistler e Blackcomb, que tem poucas ruas, mas abriga lojas, restaurantes charmosos e hotéis. A temporada de esqui em Whistler acaba em 8 junho e é considerada por revistas especializadas, como a “SKI Magazine”, uma das melhores da América do Norte. Apesar de tudo isso, engana-se quem pensa que uma visita a esse lugar só vale a pena no inverno. O verão na cidade é cheio de opções, como um passeio off-road num jipe Hummer ou a travessia no “zip track”, conhecido aqui como tirolesa (equipamento no qual o aventureiro fica pendurado em um cabo de aço para atravessar grandes distâncias).
Banff – Banff é uma das entradas para o mundo mág\ico das montanhas do Canadá. Além de ser o centro do Parque Nacional de Banff, dá acesso de Jasper, que é ainda mais selvagem.
Quebec – Localizada no oeste canadense está Quebec, a capital da província que leva o mesmo nome e centro do Canadá francês. Visite a histórica muralha da cidade até o centro velho, todo ele transformado em Patrimônio Histórico pela Unesco.
Toronto – Considerada Babel do próximo milênio, com seus arranha-céus, feitos de concreto e vidro espelhado, desfilam povos vindos de setenta países do mundo inteiro, e que encontram nas margens frias do Lago Ontário o ambiente para uma perfeita convivência.
ÉPOCAS – O frio do Canadá é coisa séria. Nem pense em ir para lá nos meses do inverno, de Novembro a Março. A melhor época é o verão em Julho ou Agosto. Um meio termo é setembro ainda está agradável.
GEOGRAFIA – O Canadá se caracteriza pela diversidade geográfica, que compreende férteis planícies bastante adequada para a agricultura, vastas cadeias montanhosas, lagos e rios. No extremo norte, as vastas florestas despovoadas dão lugar à tundra ártica. O território canadense engloba um grande número de cadeias montanhosas: os Torngats, os Apalaches e o Escudo Laurenciano a leste, as montanhas rochosas Mackenzie e Cadeia da Costa a oeste, o monte Santo Elias e as montanhas de Pelly ao norte. A 5.959 m de altitude, o monte Logan, em Yukan, é o pico mais elevedo do país.
IDIOMA – O Canadá tem duas línguas oficiais: o inglês, língua materna de 58% do canadenses, e o francês, a língua de 22,6% da população.
FUSO HORÁRIO – O Canadá possui 6 fusos horários. O fuso mais a leste, da Terra Nova e labrador, está três horas e meia atrasado em relação ao horário de Greenwich. Os outros fusos estão no Atlântico, no leste, no centro, nas montanhas rochosas e no pacífico, que está oito horas atrasado em relação a Greenwich.
TELEFONE – Cartões telefonicos comprados no país servem para ligar para todos os lugares do mundo. A Embratel possui um sistema gratuito e muito prático de ligações a cobrar para o Brasil, basta ligar para 1-800-463-6656 que uma atendente facilita a ligação falando em português.
COMPRAS – Em toda compra que o turismo estrangeiro fizer no Canadá é possível reivindicar os 7% referentes a uma taxa federal.Ao deixar o Canadá, é importante que o turista traga um formulário especial que deverá ser preenchido e enviado ao país.Dois meses depois ele reebe em cheque o valor do imposto sobre suas compras. Esse formulário pode ser adquirido em lojas, pontos turísticos ou no aeroporto. O câmbio (U$ 1,00 – 1,50 dólar canadense).
MOEDA – O dólar canadense é a moeda do país. Um dólar americano vale aprocimadamente CD$ 1,50. É sempre melhor efetuar as operações de câmbio em um banco ou em casas de câmbio. Hotéis, lojas e restaurantes podem também trocar, mas não oferecem taxas tão vantajosas.
VISTO – O Canadá exige visto de entrada para passeio, trabalho ou estudos. O visto é conseguido no consulado em São Paulo ou na embaixada em Brasília. É necessário o passaporte com validade minima de 6 meses da data de embarque, uma foto recente, um formulário preenchido, o pagamento de uma taxa de aproximadamente R$ 50,00 pasra turismo e R$ 100,00 para trabalho. As agências de viagens podem fazer a ligação entre o passageiro eo consulado ou embaixada, para os turistas que moram em outras cidades. Embaixada do Canadá em Brasília (61) 321-2171.
BREVE INFORMAÇÃO SOBRE O CÓDIGO DE TRÂNSITO – O código das rodovias é basicamente o mesmo em vigor na América Latina, ou seja, à direita. Os painéis de sinalização indicam as distâncias e os limites de velocidade em quilômetros. Em geral, o limite de velocidade é de 100km/h nas auto estradas e 50Km/h nas cidades e vilarejos. O cinto de segurança é obrigatório. Virar à direita nos sinais vermelhos é permitido em todas as províncias exceto em Quebec.

Havaí – Onde é melhor comer Quinta-feira, Nov 6 2008 

3 660 ON THE RISE – Serve peixes acompanhados de vegetais em miniatura, tudo temperado com leves molhos à base de frutas. – 3 660, Waialae Avenue, Honolulu, Oahu, 737- 1177. 17h30/21h (ter. a dom.). Cc: todos.
BUBBAS’S – Desde 1936, é um mix de trailer com quiosque de madeira. Só trabalham adolescentes e meninas (quase) bonitas de short curto. Sanduíche muito bom. – 4-1 384, Kuhio Highway, Kauai, 823-0069. 10h30/20h. Cc: Mc, V.
CHILIS GRILL & BAR – A cadeia de restaurantes leva sua versão picante de hambúrguer para o Havaí. Caso você não esteja acostumado com temperos fortes, beba algo junto com o lanche. – 2 350, Kuhio Avenue, Honolulu, Oahu, 922-9697. 9h/21h. Cc: todos.
EGGBERT’S – Tipicamente americano, tem no café da manhã só especialidades com ovos: mexidos, fritos, cozidos, misturados à massa na forma de panquecas e waffles. Tudo com bacon e salsicha. – 4-484, Kuhio Highway, Kauai, 822-3787. 7h/15h e 17h/21h. Cc: Mc, V.
INDIGO – Moderna cozinha européia e asiática, com pratos apimentados e ingredientes frescos. Mais de 85 vinhos fazem parte do cardápio. – 1 121, Nu’uanu Avenue, Honolulu, Oahu, 521-2900. 11h/14h e 18h/21h30 (ter. a sex.), 18h/22h (sex. e sáb.). Cc: todos.KEO’S – Os pratos do chef Keo Sananikone (há 23 anos responsável pelo sucesso da cozinha tailandesa no país) levam muita pimenta e ervas. – 2 028, Kuhio Avenue, Honolulu, Oahu, 951-9335. 11h/14h e 17h/22h30 (dom. a qui.), 11h/14h e 17h/23h (sex. e sáb.). Cc: todos.
MATTEO’S – Peça uma salada Caesar e uma lasanha de frutos do mar. A casa italiana não preza pela criatividade, mas a comida é muito boa. – 364, Seaside Avenue, Honolulu, Oahu, 922-5551. 17h30/23h. Cc: Ae, Mc, V.
ROY’S RESTAURANT – O chef Roy Yamaguchi mescla culinária francesa com ingredientes da Ásia e do Pacífico e chama o estilo de “cozinha de fusão havaiana”. Os pratos são feitos em barulhentas cozinhas integradas ao ambiente principal. Há outras unidades no país. – 6 600, Kalaniana’nole Highway, Lanai, 396-7697. 17h30/21h30 (seg. a qui.), 17h30/22h (sex.), 17h/22h (sáb.), 17h/21h30 (dom.). Cc: todos.
SHRIMP SHACK – Lugar para degustar camarões e frutos do mar. O preço é baixo, mas a comida é boa. – 53-534, Kamehameha Highway, Punaluu, Oahu, 256-5589. 11h/17h.


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Havaí – Onde é melhor passear Quinta-feira, Nov 6 2008 

BISHOP MUSEUM – Estão à mostra cerca de 25 milhões de trabalhos de arte e artefatos, além de espécies de plantas e animais extintos. – 1 525, Bernice Street, Honolulu, Oahu, 847-3511. 9h/17h. Cc: Ae, Mc, V.
DIAMOND HEAD – A cratera é resultado de uma única e breve erupção vulcânica que aconteceu 300 mil anos atrás. A caminhada vulcão acima dura 30 minutos, mas passa rápido, e no final você tem a sensação de que conquistou o topo do mundo. Lá de cima, uma das mais belas vistas do Pacífico. Não esqueça de levar uma garrafa de água. – Em Waikiki, Oahu, pegue os ônibus 22 ou 58. Com o carro, pegue a Monsarrat Avenue em direção à Diamond Head Road.
HALEAKALA NATIONAL PARK – Os 3 055 metros do adormecido vulcão Haleakala podem ser vistos de toda a ilha de Maui. Dá para explorar sua cratera de bicicleta. Muita gente visita o parque só para ver o nascer ou o pôr-do-sol. – A140 quilômetros de Kahului pela Route 37, Maui, 572-4400. Aberto 24 horas.
HANAUMA BAY NATURE PARK – Quando você chegar à praia, que é uma área de conservação da vida marinha, alugue um snorkel e um pé-de-pato e fique maravilhado nadando com os peixes multicoloridos que habitam ali. – 7 455, Kalaniana’ole Highway, Oahu, 396-4229. 6h/18h (qua. a sex., dom. e seg.), 6h/19h (sáb.). Cc: Mc e V.
HAWAII VOLCANOES NATIONAL PARK – A atividade vulcânica do Mauna Loa e do Kilauea está sempre transformando o parque. Depois do pôr-do-sol, todo mundo quer fotografar a lava em direção ao céu. A temperatura muda bruscamente, então esteja preparado para o frio e para o calor. Lá dentro, tenha sempre à mão telefones úteis para casos de emergência. – Route 11 (Hawaii Belt Road), 48 km ao sudoeste de Hilo, Big Island, 985-6017. Aberto 24 horas. ‘IAO VALLEY STATE PARK – Você chega bem perto das escarpas íngremes da ilha de Maui, inclusive da Iao Needle, uma agulha de rocha com 365 metros de altura. – ‘Iao Valley Road (Highway 32), 5 km a oeste de Wailuku, Maui, 244-9570. 7h/19h. Entrada gratuita.
IOLANI PALACE – Construído em 1883 com o objetivo de demonstrar a força do então Reino do Havaí, foi a última residência do rei Kalakaua e da rainha Liliuokalani. O palácio vem sendo restaurado lentamente desde a década de 70 e ainda hoje guarda os segredos do período monárquico. – 364, King Street, Honolulu, Oahu, 538-1471. 8h/15h30. PEARL HARBOR – Um museu instalado na base militar lembra o ataque surpresa japonês no local durante a Segunda Guerra Mundial. Ele matou mais de 2 400 pessoas e destruiu aviões e navios. – H-1 West em direção ao Arizona Memorial Stadium (saída p/ Kamehameha Highway) ou os ônibus #20, 42 ou CityExpress A (fica a 40 minutos de Honolulu, na ilha de Oahu), 422-0561. 7h30/17h. Tours a cada 15 min. (7h45/15h).
VOLCANO WINERY – Vinícola que recebe as pessoas para conhecer a produção da bebida de Baco e permite que elas a degustem. Ótimo para relaxar depois de uma visita ao Hawaii Volcanoes National Park. Fica pertinho da Volcano Village. – Final da Pi’i Mauna Drive, Big Island, 967-7479, www.volcanowinery.com. 10h/17h30. Cc: Mc, V.
WAIKIKI AQUARIUM – Fundado em 1904, foca a vida aquática do Havaí e do Pacífico. São mais de 2 500 organismos e 420 espécies. – 2 777, Kalakaua Avenue, Honolulu, Oahu, 923-9741. 9h/16h30. Cc: Ae, Mc, V.

Havaí – Aloha é a palavra mágica para entrar no clima destas ilhas do Pacífico com ares de Polinésia Quinta-feira, Nov 6 2008 

São nove ilhas no meio do Pacífico, a apenas cinco horas de vôo de Los Angeles. Mas, na verdade, estão a anos-luz dos Estados Unidos. E não é por causa das ondas de Waikiki, da gente bronzeada na praia o ano todo, das estradas perfeitas, dos incontáveis hotéis e das lojas de grifes. Mas por causa da cultura, com jeitinho de Polinésia, com ula-ula. O negócio é entrar no clima e escolher algumas das ilhas para conhecer. Maui tem hotéis de sonho, fantásticos passeios de barco, a estrada para Hana e lugares para surfar. Hawai’i, a Big Island, tem o maior parque de vulcões dos Estados Unidos. O Kilauea está em erupção quase permanente desde 1983. Kauai é sossego: a Garden Island tem tantas cachoeiras, rios e vegetação espessa, que já foi locação de King Kong, Jurassic Park, Caçadores da Arca Perdida, entre outros. A costa de Na’Pali é quase virgem. Como não é possível chegar de carro, a opção é o barco. Em Hanalei a pedida é experimentar os hambúrgueres do Bubba’s. O’ahu, por fim, são vários destinos num só. É nessa ilha que fica Honolulu, a capital do estado – cidade grande, com 1 milhão de habitantes e muitos prédios. Waikiki, a praia mais famosa, é tomada de japoneses. Sempre tem música ao vivo e, no final da tarde, um luau de graça. Aqui é o lugar para fazer compras e comer. Longe da “invasão nipônica”, é possível conhecer algumas das praias mais famosas do planeta, como Sunset, Waimea e Pipeline. Mas não se assuste: as ondas enormes só aparecem de novembro a fevereiro. No resto do ano, dá para tomar banho de mar com as crianças sem medo.

DDD:: 804
Informações turísticas:: www.hawaii.com e www.gohawaii.com
Hora local:: + 13h
Melhor época:: como o Havaí fica nos trópicos, faz calor o ano todo. Se você quer ondas, vá de dezembro a fevereiro. Se quer preços mais em conta e praias vazias, vá em junho, setembro e outubro
Chamadas a cobrar:: 1 800 344 1055, 1 800 283 1055, 1 800 809 2292 e 1 800 745 5521
Transporte:: alugue um carro; você terá mais liberdade para percorrer cada ilha

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