Aruba – Na ensolarada Holanda dos trópicos há praias cotadas entre as melhores do Caribe Quinta-feira, Nov 13 2008 

Aruba é um sucesso entre os turistas por um monte de razões: praia de areia branca e mar turquesa, cassinos e vida noturna de primeira, resorts com excelente infra-estrutura, gastronomia variada e bons pacotes inclusive para brasileiros. Para os amantes de windsurfe, tem mais um ponto a favor: ventos perfeitos para a atividade. A ilha também é uma das poucas do Caribe que não sofrem com os furacões que assolam a região. A chuva quase não dá as caras; são apenas 43 milímetros por ano, concentrados entre outubro e janeiro (mas sem fazer você perder nem um dia de praia). Apesar da colonização holandesa, Aruba hoje mais parece um território avançado dos Estados Unidos as placas são em inglês, e a estrutura de turismo é montada ao gosto americano: hotéis confortáveis, serviço eficiente e porções generosas nos restaurantes. Aproveite também a hospitalidade da ilha. Além dos vôos diretos, Aruba nos espera com duas churrascarias brasileiras e uma língua o papiamento baseada numa mistura de idiomas que inclui o português. Quando perguntarem “Com ta bai?”, responda “Mi ta bom!”
DDI: 297
Línguas oficiais: holandês e papiamento, mas o inglês é universal e o espanhol é falado e compreendido por quase todos
Moeda: a moeda oficial é o florim, também chamada de guilder (apesar de ter o mesmo nome, é diferente da moeda de Curaçao, Bonaire e Saint Maarten). O dólar é amplamente usado — dá para tirar dólares no caixa automático e receber dólares de troco em lojas e restaurantes
Visto: não é necessário
Informações turísticas: http://www.visitaruba.com/
Consulado Brasileiro: L.G. Smith Boulevard 45, Oranjestad
Hora local: – 1h
Melhor época: o tempo é bom e os preços são mais baixos na baixa estação, de abril a dezembro
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.


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Bonaire – A ilha é um grande recife com mais de 500 espécies de peixes e 130 tipos de corais. São 87 pontos de mergulho: o difícil é escolher Quinta-feira, Nov 13 2008 

Bonaire é uma das ilhas do Caribe holandês, a 81 quilômetros da Venezuela. Com 290 quilômetros de extensão, só perde em tamanho para Curaçao. A maioria dos visitantes passa apenas um dia. Geralmente vêm de barco da vizinha Curaçao na parte da manhã, fotografam, passeiam e voltam no fim do dia. Mas seus freqüentadores mais fiéis passam longas temporadas mergulhando. Bonaire é merecidamente famosa pela diversidade de corais e da vida marinha. São 87 pontos de mergulho ao redor da ilha. Além de 500 espécies de peixes e 130 tipos de corais, as águas de Bonaire oferecem visibilidade de 30 metros 365 dias por ano. Há em toda a ilha uma preocupação muito grande com a conservação da beleza subaquática (protegida por lei): nada pode ser tocado, coletado ou danificado. Também é proibido ancorar por ali, e a pesca submarina foi banida para sempre. Um pouco mais afastados da costa, apoiados no fundo de areia a 32 metros de profundidade, repousam os destroços do Hilma Hooker, conhecido como “o naufrágio da maconha”: o cargueiro afundou em 1984 com uma carga de 7 toneladas de Cannabis.
DDI: 599
Língua oficial: a língua local é o papiamento, mas todo mundo sabe se comunicar em inglês, espanhol e holandês
Moeda: a moeda oficial é o florim das Antilhas Holandesas (também chamado de guilder), mas os dólares são aceitos normalmente
Visto: não é necessário
Hora local: – 1h
Melhor época: a alta estação na ilha vai de dezembro a abril; para obter melhores preços, viaje na baixa
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.

Curaçao – Vizinha de Aruba, ela vale pela história, pela cultura e também pelas praias de água azul-turquesa e areia branca Quinta-feira, Nov 13 2008 

A maior ilha do Arquipélago das Antilhas Holandesas, Curaçao foi “descoberta” pelos espanhóis em 1599 e depois, em 1634, ocupada pelos holandeses expulsos de Pernambuco. Curaçao se tornou a ilha com mais heranças holandesas no Caribe. Mesmo com muitas belezas, a ilha é uma das poucas da região que não dependem do turismo: tem uma das maiores refinarias de petróleo do mundo e, por mais que o turismo cresça, a atividade principal continua sendo o comércio, continuando uma tradição instaurada pelos colonizadores. Tanto melhor: você pode passar os dias entre a interessantíssima capital, Willemstad uma cidade de verdade, com arquitetura colonial holandesa tingida de cores fortes , e a praia. Curaçao não tem praias extensas como as de Aruba. As melhores são pequenas, delimitadas por pedras e escondidas da estrada. Nenhuma dessas areias nota 10 têm hotéis. As prainhas dos grandes hotéis (que são em menor número e mais espalhados do que em Aruba) são feitas pelo homem, com recifes artificiais e areia branca trazida do fundo do mar. Para conhecer bem a ilha o ideal é alugar um carro por pelo menos dois dias para visitar praias mais afastadas, como Port Marie, Cas Abou, Knip Grande e Kalki. Em Willemstad, não deixe de conhecer o Kurá Hulanda, um quarteirão restaurado onde funciona um charmoso hotel e um museu que trata da diáspora africana causada pelo comércio de escravos.
DDI: 5999
Língua oficial: holandês e papiamento, mas todos falam inglês e muitos, espanhol
Moeda: a moeda oficial é o florim das Antilhas Holandesas, mas o dólar circula normalmente
Visto: não é necessário
Embaixada do Brasil: um Consulado honorário fica em Schottegat Oost 58, Willemstad
Hora local: – 1h
Melhor época: o ano inteiro é bom para ir a Curaçao. As chuvas, moderadíssimas, ocorrem entre outubro e janeiro. Os preços mais altos vão de dezembro a abril. Não há risco de furacões
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.

Jamaica – Não é só reggae. Tem também o que Bob Marley nunca cantou: alguns dos melhores resorts do Caribe Quinta-feira, Nov 13 2008 

A Jamaica inventou o turismo de luxo em país pobre. Com paisagens belíssimas (praias perfeitas e montanhas verdes) e uma situação social conturbada, a saída foi delimitar os melhores trechos da costa para a instalação de resorts auto-suficientes que isolassem os turistas da insegurança da ilha. (Qualquer semelhança com algum país de dimensões continentais que você conheça não é mera coincidência.) Nos resorts de Negril, Montego Bay e Ocho Rios, o reggae entra como uma atração a mais do pacote. Quem não se conformar com o confinamento, porém, vai se deparar com um dos países mais exóticos do planeta, onde o movimento-religião-filosofia do rastafarianismo fez surgir uma cultura singular que vai muito além do reggae. O destino mais quente entre os viajantes independentes é a região de Port Antonio, onde além de praias há mata fechada, cachoeiras e muitas possibilidades de ecoturismo. Mas, se tudo o que você quer é passar uma semana num hotel de luxo à beira de uma praia nota mil, não precisa se desculpar: os resorts da Jamaica foram feitos para isso mesmo.
DDI: 1876
Língua oficial: inglês mas, entre si, os jamaicanos falam patois, uma mistura de espanhol, inglês e um dialeto africano
Moeda: dólar jamaicano, mas o dólar americano é aceito na maioria dos lugares
Visto: não é necessário
Embaixada do Brasil: Knutsford Boulevard, 64, Kingston
Hora local: – 2h
Melhor época: a alta temporada vai de dezembro a abril. Os preços caem e o tempo ainda é bom em maio e junho
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.


Ilhas Virgens Americanas – St. Thomas, St. Croix e St. John são as queridinhas dos cruzeiros Quarta-feira, Nov 12 2008 

Neste ano, os turistas americanos que freqüentam o Caribe foram informados de uma péssima novidade: precisariam usar passaporte para as ilhas e para o México. Você leu direito: até então, os americanos podiam entrar onde quisessem no Caribe apenas com a carteira de motorista. A bem da verdade, ainda podem. Eles precisam apresentar passaporte na volta, na Imigração americana procedimentos de segurança, sabe como é… Mal-acostumados que só eles, muitos americanos nem se incomodaram em fazer passaporte: apenas trocaram seus destinos caribenhos habituais por ilhas que fazem parte do território americano, como Porto Rico e as três Ilhas Virgens Americanas. St. Thomas e St. Croix são as mais desenvolvidas, com grandes hotéis e muitos shoppings. Já St. John é bem mais preservada; se você gosta de natureza, é para lá que deve ir. Há vôos diretos de Miami e Atlanta tanto para St. Thomas quanto para St. Croix; já para St. John é preciso pegar um barco em St. Thomas. Mas o mais provável é que você aporte em alguma dessas ilhas durante um cruzeiro: as companhias americanas sempre dão um jeitinho de fazer uma paradinha em território nacional.
DDI: 1
Língua oficial: inglês
Moeda: dólar americano
Visto: é necessário
Informações turísticas: http://www.usvi.net/
Hora local: – 1h
Melhor época: a alta temporada nas ilhas é de dezembro a abril; você encontra preços menores em maio e junho
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.

St Barth – A Saint-Tropez dos trópicos, a Malibu do Caribe: se existisse uma ilha da revista People, seria essa Quarta-feira, Nov 12 2008 

Poucas praias, nenhum resort, muitas villas para alugar por temporada, inúmeros restaurantes, algumas das lojas mais interessantes do Caribe, um porto onde não atracam navios grandes e um aeroporto que só comporta teco-tecos bem-vindo à ilha mais exclusiva do Caribe: Saint-Barthélemy (St.-Barth, para os íntimos, ou St. Bart’s, para os americanos). Em nenhuma outra ilha do Caribe (está bem, talvez em Mustique, nas Grenadinas) é possível achar tantas celebridades (de Havaianas, ou descalças) por metro quadrado. Se você quer ganhar a vida como paparazzo, vai ter de pegar um dos aviõezinhos dos anos 40 que saem de St. Maarten e aterrissam no aeroporto de pista mais curta que você terá a oportunidade de conhecer.Hoje St.-Barth é a ilha mais cobiçada do Caribe. Mas nem sempre foi assim. Antes de se tornar um paraíso de milionários, teve um período de trevas com praias sujas e falta de água potável. É só perguntar aos habitantes mais antigos da ilha. Hoje eles dividem espaço com magnatas e bon-vivants que se hospedam nos pequenos hotéis e nas villas de aluguel. O portinho da capital, Gustavia, está sempre repleto de iates que competem para ser o mais poderoso. As lojas não são de grifes famosas: são de grifes exclusivas, que só existem em St.-Barth, e tornam a experiência de fazer compras na ilha ainda mais interessante. E, se você não fala francês, não tem problema: juntamente com a vizinha St.-Martin, St.-Barth é o único cantinho da França onde todo mundo fala inglês numa boa.
DDI: 590
Informações turísticas: http://www.st-barths.com/
Língua oficial: francês, mas quem fala inglês se vira sem problemas
Moeda: euro, mas o dólar é aceito na maioria dos lugares
Visto: é necessário
Hora local: – 1h
Melhor época: vai de dezembro a abril. Para desfrutar preços mais baixos, viaje em maio ou junho
Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico.