Trens Turísticos – Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá – Dicas de Turismo Sexta-Feira, Fev 27 2009 

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A Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá, criada em 1880, é hoje uma das mais famosas do Brasil. Construída sobre a Serra do Mar, teve de vencer grandiosos obstáculos do relevo que pareciam ser impossíveis de se realizar para construção de sua linha férrea. Seu primeiro trecho foi inaugurado em 1883 e já em 1885 estava concluída, sendo então, a primeira ferrovia do Estado do Paraná. Mais tarde continuou se expandindo até 1892 quando alcançou o porto de Antonina.

A linha ainda hoje, em seus 110 quilômetros de extensão que descem os 900 metros da serra, guarda alguns trechos originais daquele tempo, o que perpetua a comprovação do arrojado projeto do século passado. Você já se imaginou passando por um túnel bem no meio de uma enorme serra? Não? Então você precisa fazer essa viagem.

Para fazer o passeio de Curitiba até Paranaguá, nosso ponto de partida é a Estação Ferroviária de Curitiba, onde a empresa Serra Verde Express administra os passeios do trem e garante um ótimo serviço de bordo – como os de aviões, além, se necessário, presença de guias poliglotas.

Nos primeiros 22 quilômetros de trilhos, o trem atravessa dois municípios muito bonitos da região metropolitana de Curitiba. Trata-se de Pinhais e Piraquara. Logo depois, em mais alguns minutos de passeio, chega-se até o Túnel de Roça Nova, o primeiro de outros 13 túneis que se encontram no percurso e atravessam a maciça rocha da grandiosa serra. Com 457 metros, o Roça Nova, é o maior deles e se localiza no ponto mais elevado do trajeto. Nesse ponto, as fotos não podem faltar.

Logo em seguida, a linha segue em direção à Casa Ipiranga, que serviu de meio de hospedagem para figuras ilustres da nossa história. O Imperador Dom Pedro II, o então presidente da Província do Paraná Carlos de Carvalho, sem esquecer, é claro, do famoso pintor paranaense Alfredo Andersen. Aproveite para observar a passagem do Rio Ipiranga que corta toda essa área dando um charme especial à construção.

O melhor mesmo ainda esta por vir. Mais à frente, os passageiros irão se deparar com a cachoeira Véu da Noiva, enorme, com grande volume de água saindo da rocha e que consegue produzir um som mais alto do que o da locomotiva. Bem perto dali, antes de se chegar ao décimo primeiro túnel, se encontra o imponente Pico do Diabo, enorme rochedo com uma fenda entre duas escarpas, dando a sensação de que a qualquer momento tudo aquilo irá se desprender da serra. Fique atento e não perca a oportunidade de registrar essa impressionante obra da natureza com vários cliques.

Mas fique calmo, se não deu para fotografar tudo que você queria. Na parada que o trem faz, na Estação de Marumbi, será possível tirar belas fotos da natureza que compõe o Parque Nacional do Pico do Marumbi, criado em 1990, com mais de 2300 hectares. Sem precisar andar muito você poderá conhecer o Morro do Leão e também o Pico Marumbi, ambos altíssimos e freqüentados por alpinistas.

Após continuar o trajeto, a próxima parada é na Estação de Morretes, cidade histórica onde o passageiro pode aproveitar para comprar lembranças do artesanato local. O souvenir mais procurado é uma miniatura da Serra do Mar. Não deixe também de experimentar o barreado, prato típico do litoral do Paraná, além de levar os doces feitos na região. Para quem se interessa pelo assunto, a qualidade da aguardente produzida na cidade é reconhecida em todo o Estado.

Feita a visita em Morretes, é hora de percorrer os últimos 41 quilômetros do passeio até chegar à cidadezinha de Paranaguá. Com seus 349 anos, a cidade não só é a mais antiga do Paraná, como abriga o porto de maior movimento em toda a região sul do país. Motivo de sobra para um passeio na Rua General Carneiro, onde se encontra a Igreja Matriz e o Museu de Arqueologia e Etnologia.

Maiores Informações:
Serra Verde Express
Tel.: (41) 323-4007
Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves
Tel.: (54) 451-1088

Fonte Brasilviagem.com

Natal – Rio Grande do Norte – Os resorts são vários e bem dentro da cidade Sábado, Jan 10 2009 

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Meteorologistas garantem: em Natal, são mais de 300 os dias de sol ao ano. Isso significa que as probabilidades do mau tempo atrapalhar as férias de verão de alguém são quase nulas. Posto isso, vale conhecer os outros predicados da capital potiguar. Os passeios de bugue levam aos lindos arredores: dunas, lagoas, praias protegidas por corais. O Forte dos Reis Magos, em forma de estrela de cinco pontas, é um dos mais belos do Brasil. E come-se muito bem e barato em lugares como o Paçoca de Pilão, o Mangia e o Âncora, os três regionais e estrelados pelo Guia Quatro Rodas. Além deles, o Camarões Potiguar e o Tábua de também fazem bonito, na mesa e na hora da conta. O espeto de surubim do Tábua é fabuloso e dá para três.

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Mas o que faz de Natal um destino tão distinto é a oferta hoteleira. Nenhuma outra capital do Brasil tem tantos bons resorts dentro da área urbana. Méritos para a Via Costeira, com uma dezena de hotelões de alto padrão, como o Serhs e o Pestana. Se fosse de água cristalina a praia defronte, seria a nossa Cancún…

Fonte viajeaqui.abril.com.br

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Itacaré – Bahia – Ela disputa com Trancoso o título de vilarejo de praia mais linda da Bahia Quinta-feira, Jan 8 2009 

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E de repente só se fala em Itacaré. Quem não está indo parece ter acabado de voltar. Afinal: o que é que ela tem? Antes de mais nada, muito verde: até 98 o acesso não era asfaltado, e a costa escapou de ser loteada como o resto do litoral. Graças a essa preservação ambiental, ela nasceu para o turismo com o selo “ecoaventura”.
A paisagem é sui generis na Bahia: prainhas cercadas por densa mata atlântica num astral muito mais para Ubatuba do que para Praia do Forte. A maioria delas continua selvagem, com acesso controlado pelas fazendas onde estão situadas.
A vila é antiga, construída no apogeu do cacau, e tem alguns casarões históricos que viraram pousadas e restaurantes. A maior parte dos visitantes, no entanto, fica na Praia da Concha a primeira ao lado do centro , onde existe um loteamento praticamente só de pousadas. Depois da Concha, as praias do Resende e da Tirica são points de surfistas, e a popular Ribeira é o ponto de partida para a caminhada de 40 minutos até a Prainha (contrate um guia). Fora do verão (e mesmo em julho), a vila recobra o sossego de antes da estrada. Se tudo o que você quer é andar por trilhas dentro da mata fechada e encontrar praias desertas, vai adorar.

  • DDD:: 73
  • Informações turísticas:: www.bahia.com.br
  • Melhor época:: alta temporada para quem gosta de agitação, e baixa temporada para quem prefere um pouco mais de tranqüilidade
  • Transporte:: corpo mole não combina com Itacaré. Ali se caminha. E muito: as praias ficam distantes da estrada, com acesso por trilhas íngremes.
  • Fonte viajeaqui.abril.com.br

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    Juliana Paes em Itacaré – Bahia Terça-feira, Jan 6 2009 

    juliana_paes1‘O pôr-do-sol no encontro do rio das Contas com o oceano Atlântico é inesquecível. E é possível fazer parte do trajeto com os canoeiros’, Juliana Paes, atriz.

    Ilha Grande – Angra dos Reis – A segunda maior ilha marítima brasileira tem espírito selvagem, perfeito para quem gosta de imersão na natureza Segunda-feira, Dez 29 2008 

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    Maior ilha da baía de Angra dos Reis, Ilha Grande reúne mais de cem praias – entre elas, algumas das mais bonitas do Sudeste brasileiro, como Lopes Mendes, Aventureiro e Cachadaço. O arquipélago, entretanto, oferece mais que cenários idílicos. As águas cristalinas abrigam rica vida marinha; as trilhas em meio à mata Atlântica que levam às enseadas descortinam ainda rios e cachoeiras; e o clima rústico é garantido pela informalidade da Vila do Abraão, o centrinho da ilha, e a ausência de carros – para chegar lá, só de barco, partindo de Angra ou Mangaratiba, em viagem de cerca de uma hora e meia.

    Não que não haja infra-estrutura para receber o turista com conforto, pelo contrário. Mas o espírito de Ilha Grande é outro, mais selvagem, perfeito para quem curte o contato com a natureza. Basta dizer que andar de carro é proibido por aqui. Quem quiser se locomover para conhecer todas as suas atrações só tem duas opções: a pé, por trilhas bem sinalizadas que indicam até a duração do percurso, ou de barco, singrando mares de água incrivelmente transparente.
    A maioria dos visitantes instala-se na Vila Abraão, onde ficam quase todas as pousadas, restaurantes e agências de turismo e onde se respira um pouco de agito. A vida social não é o forte da ilha, é verdade, mas, afinal, cercado de tanta beleza ninguém liga muito para isso.

    DDD: 24
    Informações turísticas: www.ilhagrande.com.br
    Melhor época: no verão, para poder visitar todas as praias da ilha
    Transporte (local): usar barcos para chegar às praias, já que os carros são proibidos.
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    CVC Imperatriz – Dicas de Cruzeiros Marítimos Quarta-feira, Dez 24 2008 

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    CVC Imperatriz: sofisticação e muito agito

    O nome deste fascinante cruzeiro já nos adianta um pouco das maravilhas que o turista irá encontrar por lá. A infra-estrutura com inúmeras opções de lazer cativa o viajante assim como as aconchegantes cabines fazem com que todos se sintam em casa. Para completar a viagem, nada melhor do que as paisagens litorâneas como pano de fundo: Salvador, Maceió e Rio de Janeiro são as cidades visitadas durante este incrível cruzeiro.

    Fonte CVC

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